Três amigas alentejanas estavam na conversa, quando uma delas comenta com a outra sobre as suas relações sexuais com o marido:
-Nunca te aconteceu, quando fazes amor com o Carlos, tocares nos tomates dele e estarem frios?
-A outra responde:
-Sim, sempre que nós fazemos amor eu percebo que estão frios.
-E tu, quando o fazes com o Rafael?
-Sim, estão sempre frios! Responde a outra.
Nisto, diz a alentejana loira:
-Bom, nunca parei para reparar nesse detalhe mas, esta noite, quando tiver com o Maneli, vou toca-los para ver.
-Está bem, então amanhã contas como foi! Dizem as outras.
No dia seguinte, a alentejana loira aparece toda cheia de hematomas, os olhos roxos e sem alguns dentes.
As amigas ficaram surpreendidas, perguntaram o que lhe aconteceu e a outra responde muito nervosa:
-A culpa é toda vossa!!!
-Mas porquê? Perguntam as amigas.
-Porque quando toquei nos tomates do Maneli disse: -"Ai Maneli, porque é que tu não tens os tomates frios como os do Carlos e os do Rafaeli?"...
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O neto e o avô...
Uma tarde, um neto conversava com seu avô sobre os acontecimentos actuais.
Então, de repente, o neto perguntou:
- Quantos anos tem, avô?
E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um momento...
Nasci antes da televisão, e já crescidinho apareceu, com um único canal e a preto e branco.
Nasci antes das vacinas contra a poliomielite, das comidas congeladas, da fotocopiadora, das lentes de contacto e da pílula anticoncepcional.
Não existiam os radares, os cartões de crédito, o raio laser nem os patins on-line.
Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e secar, (as roupas secavam ao vento) e frigoríficos quase ninguém tinha.
O homem nem tinha chegado à lua.
A tua avó e eu casámos e só depois vivemos juntos e em cada família havia um pai e uma mãe.
"Gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual.
Das lésbicas, nunca tínhamos ouvido falar e os rapazes não usavam piercings.
Nasci antes das duplas carreiras universitárias e das terapias de grupo.
Não havia computador, Comunicávamos através de cartas, postais e telegramas.
Mails, chats e Messenger, não existiam. Computadores portáteis ou Internet nem em sonhos...
Estudávamos só por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários.
As pessoas não eram medicadas, a menos que os médicos pedissem um exame de sangue.
Chamava-se a cada polícia e a cada homem "senhor" e a cada mulher "senhora".
Nos meus tempos a virgindade não produzia cancro.
As nossas vidas eram governadas pelos 10 mandamentos e bom juízo.
Ensinaram-nos a diferençar o bem do mal e a ser responsáveis pelos nossos actos.
Acreditávamos que "comida rápida" era o que comíamos quando estávamos com pressa.
Ter um bom relacionamento, queria dizer dar-se bem com os primos e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava as férias juntos.
Ninguém conhecia telefones sem fios e muito menos os telemóveis.
Nunca tínhamos ouvido falar de música estereofónica, rádios FM, Fitas, cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever eléctricas, calculadoras (nem as mecânicas quanto mais as portáteis).
"Notebook" era um livro de anotações.
"Ficar" dizia-se quando pessoas ficavam juntas como bons amigos.
Aos relógios dava-se corda todos os dias, mesmo aos de pulso.
Não existia nada digital, nem os relógios nem os indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.
Falando de máquinas, não existiam as cafeteiras eléctricas, ferros de passar eléctricos, os fornos microondas nem os rádios-relógios despertadores. Para não falar dos vídeos ou VHF, ou das máquinas de filmar minúsculas de hoje...
As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Eram a branco e preto e a sua revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, a sua revelação era muito cara e demorada.
Se nos artigos lêssemos "Made in Japan", não se considerava de má qualidade e não existia "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in China".
Não se falava de "Pizza Hut" ou "McDonald's", nem de café instantâneo.
Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, os bilhetes de autocarros e os refrigerantes, que se chamavam pirolitos, tudo custava 10 centavos.
No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava.
"Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.
Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho.
Agora diz-me, quantos anos achas que tenho?
- Meu Deus, Avô! Mais de 200! - disse o neto.
- Não, querido. Tenho 55!
Então, de repente, o neto perguntou:
- Quantos anos tem, avô?
E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um momento...
Nasci antes da televisão, e já crescidinho apareceu, com um único canal e a preto e branco.
Nasci antes das vacinas contra a poliomielite, das comidas congeladas, da fotocopiadora, das lentes de contacto e da pílula anticoncepcional.
Não existiam os radares, os cartões de crédito, o raio laser nem os patins on-line.
Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e secar, (as roupas secavam ao vento) e frigoríficos quase ninguém tinha.
O homem nem tinha chegado à lua.
A tua avó e eu casámos e só depois vivemos juntos e em cada família havia um pai e uma mãe.
"Gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual.
Das lésbicas, nunca tínhamos ouvido falar e os rapazes não usavam piercings.
Nasci antes das duplas carreiras universitárias e das terapias de grupo.
Não havia computador, Comunicávamos através de cartas, postais e telegramas.
Mails, chats e Messenger, não existiam. Computadores portáteis ou Internet nem em sonhos...
Estudávamos só por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários.
As pessoas não eram medicadas, a menos que os médicos pedissem um exame de sangue.
Chamava-se a cada polícia e a cada homem "senhor" e a cada mulher "senhora".
Nos meus tempos a virgindade não produzia cancro.
As nossas vidas eram governadas pelos 10 mandamentos e bom juízo.
Ensinaram-nos a diferençar o bem do mal e a ser responsáveis pelos nossos actos.
Acreditávamos que "comida rápida" era o que comíamos quando estávamos com pressa.
Ter um bom relacionamento, queria dizer dar-se bem com os primos e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava as férias juntos.
Ninguém conhecia telefones sem fios e muito menos os telemóveis.
Nunca tínhamos ouvido falar de música estereofónica, rádios FM, Fitas, cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever eléctricas, calculadoras (nem as mecânicas quanto mais as portáteis).
"Notebook" era um livro de anotações.
"Ficar" dizia-se quando pessoas ficavam juntas como bons amigos.
Aos relógios dava-se corda todos os dias, mesmo aos de pulso.
Não existia nada digital, nem os relógios nem os indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.
Falando de máquinas, não existiam as cafeteiras eléctricas, ferros de passar eléctricos, os fornos microondas nem os rádios-relógios despertadores. Para não falar dos vídeos ou VHF, ou das máquinas de filmar minúsculas de hoje...
As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Eram a branco e preto e a sua revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, a sua revelação era muito cara e demorada.
Se nos artigos lêssemos "Made in Japan", não se considerava de má qualidade e não existia "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in China".
Não se falava de "Pizza Hut" ou "McDonald's", nem de café instantâneo.
Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, os bilhetes de autocarros e os refrigerantes, que se chamavam pirolitos, tudo custava 10 centavos.
No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava.
"Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.
Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho.
Agora diz-me, quantos anos achas que tenho?
- Meu Deus, Avô! Mais de 200! - disse o neto.
- Não, querido. Tenho 55!
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Dá que pensar
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Factos e números sobre o ambiente
Sabemos o básico: que os mares e florestas já não são o que eram. Que há espécies que já não existem. E que a reciclagem é o futuro da Terra. Mas não sabíamos que...
- O ar que respiramos pode conter mais de 900 químicos, partículas e materiais biológicos adversos à saúde.
- Um grande poluente pode ser... um bebé? Todos os dias mais 50 milhões de fraldas descartáveis são deitadas no lixo e vão durar cerca de 500 anos a decompor-se. Como já poucas mães, mesmo as mais ecológicas, aceitariam voltar às fraldas de pano, já há marcas que produzem fraldas biológicas. Faça uma visita ao site http://www.superbebes.net/Fraldas.html. ou à loja Pink and Blue (tel. 21 010 68 15). Também pode encontrar fraldas bio (além de muitos outros produtos) no supermercado Miosótis, em Lisboa, totalmente dedicado à venda de produtos biológicos (tel. 21 795 93 57).
- Há agressões diárias onde menos se espera: sabia que a publicidade porta-a-porta também é culpada? São precisos 100 milhões de árvores por dia para fazer ‘junk-mail'...
- Numa casa existem agora mais químicos do que num laboratório há cem anos.
- 75% das áreas piscatórias já foram totalmente espoliadas dos seus cardumes. Mas as árvores ainda estão pior: 80% das florestas mundiais já foram à vida.
- Entre desastres e atropelamentos, os carros matam mais de 40.000 pessoas por ano. De facto os burros andavam mais devagar...
- A quantidade de lixo que produzimos durante a nossa vida corresponde a 600 vezes o nosso peso na idade adulta.
- A natureza demora 3 a 6 meses a reciclar o papel. Demora 500 anos a reciclar um penso higiénico, uma toalhita, um copo de plástico. Se os Descobridores levassem taparueres nas caravelas, ainda hoje cá estavam (os taparueres, claro).
- São precisos 90l de água por dia para alimentar uma vaca. A produção de um quilo de carne consome 100.000 litros (!) de água, enquanto um quilo de cereal exige somente 1900 litros. Dá vontade de nos tornarmos vegetarianos.
- Nunca pensamos na energia como um bem, mas saiba que a União Europeia importa mais de metade da energia que consome. Por exemplo, obtém cerca de 50% do gás a partir de apenas três fontes - a Rússia, a Noruega e a Argélia.
- A âncora de um navio de cruzeiro pode destruir nos fundos marinhos a área correspondente a metade de um campo de futebol.
- Se num dia aquecer apenas a água de que realmente precisa, poupava energia suficiente para acender todos os candeeiros de rua de Portugal.
- A forma como conduzimos afecta a poluição do ar? Menos velocidade significa menos emissão de dióxido de carbono, o principal poluente do ar.
- A energia poupada pela reciclagem de uma garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 watts durante 4 horas.
- O óleo alimentar usado é altamente poluente: não o atire pelo cano abaixo! Já o pode entregar em vários restaurantes, e cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Verifique a lista dos restaurantes em http://www.ami.org.pt/media/pdf/aderentes_oleosnov08.pdf
- Só num ano, teríamos lixo suficiente para encher uma fila de caixotes da Terra à lua. E ainda não se lembraram de o deixar por lá...
- Cada tonelada de papel reciclado salva 17 árvores.
- Nos últimos 25 anos, metade das florestas tropicais da América Central desapareceram graças à produção de carne para o mercado norte-americano.
- Alguns recipientes de plástico, inclusive biberões, contêm um aditivo que serve para endurecer o plástico e torná-lo transparente. Quando a ligação química entre essa substância e o policarbonato do plástico se quebra, mistura-se no líquido contido no recipiente. Este fenómeno é acelerado quando se aquece o plástico. A maioria das pessoas aquece comida no microondas em caixas de plástico... Ainda se está a investigar o efeito que estas substâncias têm nos humanos, mas nos animais sabe-se que podem causar vários problemas de saúde.
- Se nada se fizer para protegê-las, metade de todas as espécies da Terra vão estar extintas dentro de 100 anos.
- Os Humanos consomem 50% de toda a água potável. Todas as outras espécies têm que se contentar com a que sobra.
- Quase 80% das florestas que ainda restam ficam no terceiro mundo, e um terço fica na Rússia e no Brasil.
- O vidro pode ser reciclado quase infinitamente: centenas de vezes, mesmo milhões de vezes.
- O ar que respiramos pode conter mais de 900 químicos, partículas e materiais biológicos adversos à saúde.
- Um grande poluente pode ser... um bebé? Todos os dias mais 50 milhões de fraldas descartáveis são deitadas no lixo e vão durar cerca de 500 anos a decompor-se. Como já poucas mães, mesmo as mais ecológicas, aceitariam voltar às fraldas de pano, já há marcas que produzem fraldas biológicas. Faça uma visita ao site http://www.superbebes.net/Fraldas.html. ou à loja Pink and Blue (tel. 21 010 68 15). Também pode encontrar fraldas bio (além de muitos outros produtos) no supermercado Miosótis, em Lisboa, totalmente dedicado à venda de produtos biológicos (tel. 21 795 93 57).
- Há agressões diárias onde menos se espera: sabia que a publicidade porta-a-porta também é culpada? São precisos 100 milhões de árvores por dia para fazer ‘junk-mail'...
- Numa casa existem agora mais químicos do que num laboratório há cem anos.
- 75% das áreas piscatórias já foram totalmente espoliadas dos seus cardumes. Mas as árvores ainda estão pior: 80% das florestas mundiais já foram à vida.
- Entre desastres e atropelamentos, os carros matam mais de 40.000 pessoas por ano. De facto os burros andavam mais devagar...
- A quantidade de lixo que produzimos durante a nossa vida corresponde a 600 vezes o nosso peso na idade adulta.
- A natureza demora 3 a 6 meses a reciclar o papel. Demora 500 anos a reciclar um penso higiénico, uma toalhita, um copo de plástico. Se os Descobridores levassem taparueres nas caravelas, ainda hoje cá estavam (os taparueres, claro).
- São precisos 90l de água por dia para alimentar uma vaca. A produção de um quilo de carne consome 100.000 litros (!) de água, enquanto um quilo de cereal exige somente 1900 litros. Dá vontade de nos tornarmos vegetarianos.
- Nunca pensamos na energia como um bem, mas saiba que a União Europeia importa mais de metade da energia que consome. Por exemplo, obtém cerca de 50% do gás a partir de apenas três fontes - a Rússia, a Noruega e a Argélia.
- A âncora de um navio de cruzeiro pode destruir nos fundos marinhos a área correspondente a metade de um campo de futebol.
- Se num dia aquecer apenas a água de que realmente precisa, poupava energia suficiente para acender todos os candeeiros de rua de Portugal.
- A forma como conduzimos afecta a poluição do ar? Menos velocidade significa menos emissão de dióxido de carbono, o principal poluente do ar.
- A energia poupada pela reciclagem de uma garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 watts durante 4 horas.
- O óleo alimentar usado é altamente poluente: não o atire pelo cano abaixo! Já o pode entregar em vários restaurantes, e cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Verifique a lista dos restaurantes em http://www.ami.org.pt/media/pdf/aderentes_oleosnov08.pdf
- Só num ano, teríamos lixo suficiente para encher uma fila de caixotes da Terra à lua. E ainda não se lembraram de o deixar por lá...
- Cada tonelada de papel reciclado salva 17 árvores.
- Nos últimos 25 anos, metade das florestas tropicais da América Central desapareceram graças à produção de carne para o mercado norte-americano.
- Alguns recipientes de plástico, inclusive biberões, contêm um aditivo que serve para endurecer o plástico e torná-lo transparente. Quando a ligação química entre essa substância e o policarbonato do plástico se quebra, mistura-se no líquido contido no recipiente. Este fenómeno é acelerado quando se aquece o plástico. A maioria das pessoas aquece comida no microondas em caixas de plástico... Ainda se está a investigar o efeito que estas substâncias têm nos humanos, mas nos animais sabe-se que podem causar vários problemas de saúde.
- Se nada se fizer para protegê-las, metade de todas as espécies da Terra vão estar extintas dentro de 100 anos.
- Os Humanos consomem 50% de toda a água potável. Todas as outras espécies têm que se contentar com a que sobra.
- Quase 80% das florestas que ainda restam ficam no terceiro mundo, e um terço fica na Rússia e no Brasil.
- O vidro pode ser reciclado quase infinitamente: centenas de vezes, mesmo milhões de vezes.
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Ambiente e Ecologia
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Marquês de Freeport
O retrato que deixa do seu obscuro mandato é um sem fim de obscuridades e suspeições, a começar nas suas habilitações literárias, até à forma como conduziu a sua vida, e a da sua família e amigos, em negócios ainda mais obscuros do que as licenciaturas ao domingo e os exames feitos por fax.
O Marquês de Freeport, ou o primeiro fax, para além disso só tem para apresentar a tensão social que criou com todas as áreas e classes profissionais e sociais da sociedade. No seu estandarte deveria colocar a divisa:
Eu minto com a naturalidade com que respiro.
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Humor,
Politiquices
ACASALANDO
CERTA CASTA DE POLÍTICOS TEM A ESPERANÇA DE QUE ACASALANDO PANELEIROS ELES DÊEM À LUZ NÃO PANELAS MAS TACHOS.
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Frases e Ditados
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Enganando o Galo (Desafio Philllips)
LEIA O TEXTO antes de ver o vídeo
Curiosa e divertida peça publicitária, documenta uma experiência da empresa holandesa de eletrónica Philips, feita com um galo de fazenda chamado Simon.
O objectivo era testar o produto "Philips Wake-up Light" (lâmpada para acordar) e o desafio era o seguinte: se, dentro do galinheiro, a lâmpada conseguisse fazer o galo cantar antes do alvorecer, então seria o sucesso.
Montaram então toda uma parafernália eletrónica de áudio e vídeo perto do galinheiro -- o Rooster Control Center (centro de controle de galo). Interligaram sensores, cabos de rede, caixas de som, câmeras, fotómetros, tripés e células fotoeléctricas. A lâmpada em teste acender-se-ia às 3h00m da matina, não como uma lâmpada comum, de repente, mas lentamente, aos poucos, como se fosse o sol nascendo, em "fade up".
Generosos, membros da equipe optaram por instalar até um aparelho com caixa de música para dar mais conforto a Simon na hora de dormir.
À hora aprazada, a lâmpada acendeu como previsto. E o resultado... bem... o vídeo em anexo vale a pena ser visto.
Com isso, a empresa disparou seu concurso de idéias criativas: "Quem consegue desafiar a Philips?".
Curiosa e divertida peça publicitária, documenta uma experiência da empresa holandesa de eletrónica Philips, feita com um galo de fazenda chamado Simon.
O objectivo era testar o produto "Philips Wake-up Light" (lâmpada para acordar) e o desafio era o seguinte: se, dentro do galinheiro, a lâmpada conseguisse fazer o galo cantar antes do alvorecer, então seria o sucesso.
Montaram então toda uma parafernália eletrónica de áudio e vídeo perto do galinheiro -- o Rooster Control Center (centro de controle de galo). Interligaram sensores, cabos de rede, caixas de som, câmeras, fotómetros, tripés e células fotoeléctricas. A lâmpada em teste acender-se-ia às 3h00m da matina, não como uma lâmpada comum, de repente, mas lentamente, aos poucos, como se fosse o sol nascendo, em "fade up".
Generosos, membros da equipe optaram por instalar até um aparelho com caixa de música para dar mais conforto a Simon na hora de dormir.
À hora aprazada, a lâmpada acendeu como previsto. E o resultado... bem... o vídeo em anexo vale a pena ser visto.
Com isso, a empresa disparou seu concurso de idéias criativas: "Quem consegue desafiar a Philips?".
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Diário de um infeliz
No outro dia, uma rapariga telefonou-me e disse...
"Queres vir cá a casa? Não está cá ninguém."
Eu fui lá a casa.
Não estava ninguém.
*********************
Tem sido um dia difícil. Levantei-me de manhã ... vesti uma
camisa e saltou um botão.Peguei na minha pasta e a pega partiu-se.
Estou a ficar com medo de ir à casa de banho.
*********************
Posso dizer que os meus pais me odeiam.
Os meus brinquedos do banho eram uma torradeira e um rádio.
*********************
A minha mãe nunca me deu de mamar.
Ela dizia que só gostava de mim como um amigo.
*********************
Quando eu nasci ... o médico foi à sala de espera e disse ao meu pai:
"Tenho muita pena. Fizemos tudo aquilo que podíamos ..
Mas mesmo assim ele conseguiu sair."
*********************
Lembro-me do dia em que fui raptado e em que enviaram um
bocado de um dedo meu ao meu pai... Ele disse que queria mais provas.
*********************
Uma vez, quando me perdi ... Vi um polícia e pedi-lhe ajuda para encontrar os meus pais.
Disse-lhe ... "Acha que alguma vez os vou encontrar?"
Ele disse ... "Não sei miúdo ... há tantos sítios onde eles se podem esconder."
"Queres vir cá a casa? Não está cá ninguém."
Eu fui lá a casa.
Não estava ninguém.
*********************
Tem sido um dia difícil. Levantei-me de manhã ... vesti uma
camisa e saltou um botão.Peguei na minha pasta e a pega partiu-se.
Estou a ficar com medo de ir à casa de banho.
*********************
Posso dizer que os meus pais me odeiam.
Os meus brinquedos do banho eram uma torradeira e um rádio.
*********************
A minha mãe nunca me deu de mamar.
Ela dizia que só gostava de mim como um amigo.
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Quando eu nasci ... o médico foi à sala de espera e disse ao meu pai:
"Tenho muita pena. Fizemos tudo aquilo que podíamos ..
Mas mesmo assim ele conseguiu sair."
*********************
Lembro-me do dia em que fui raptado e em que enviaram um
bocado de um dedo meu ao meu pai... Ele disse que queria mais provas.
*********************
Uma vez, quando me perdi ... Vi um polícia e pedi-lhe ajuda para encontrar os meus pais.
Disse-lhe ... "Acha que alguma vez os vou encontrar?"
Ele disse ... "Não sei miúdo ... há tantos sítios onde eles se podem esconder."
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Anedotas
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Quinteto Académico
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Levo ou deixo?
Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, viu um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos Bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Doutor, afinal eu levo ou deixo os patos?
Chegando lá, viu um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos Bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Doutor, afinal eu levo ou deixo os patos?
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