Num banquete estava um padre católico sentado ao lado de um rabi judeu.
O padre, querendo gozar o rabi, enche o prato com pedaços de um suculento leitão e depois oferece ao 'colega'.
O rabi recusa, dizendo:
- Muito obrigado, mas...não sabe que a minha religião não permite a carne de porco?
- Liiiiivra!!! Que religião esquisita! Comer leitão é uma delííícia! -
Comenta o padre com ironia.
À hora da despedida, o rabi chega e diz ao padre:
- As minhas recomendações à sua esposa!
E disse o padre, horrorizado:
- Minha esposa? Não sabe que a minha religião não permite casamento de sacerdotes?
- Liiiiivra!!! Que religião esquisita! "Comer mulher" é uma delííícia!!!....mas se você prefere leitão...
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
3 amigas alentejanas
Três amigas alentejanas estavam na conversa, quando uma delas comenta com a outra sobre as suas relações sexuais com o marido:
-Nunca te aconteceu, quando fazes amor com o Carlos, tocares nos tomates dele e estarem frios?
-A outra responde:
-Sim, sempre que nós fazemos amor eu percebo que estão frios.
-E tu, quando o fazes com o Rafael?
-Sim, estão sempre frios! Responde a outra.
Nisto, diz a alentejana loira:
-Bom, nunca parei para reparar nesse detalhe mas, esta noite, quando tiver com o Maneli, vou toca-los para ver.
-Está bem, então amanhã contas como foi! Dizem as outras.
No dia seguinte, a alentejana loira aparece toda cheia de hematomas, os olhos roxos e sem alguns dentes.
As amigas ficaram surpreendidas, perguntaram o que lhe aconteceu e a outra responde muito nervosa:
-A culpa é toda vossa!!!
-Mas porquê? Perguntam as amigas.
-Porque quando toquei nos tomates do Maneli disse: -"Ai Maneli, porque é que tu não tens os tomates frios como os do Carlos e os do Rafaeli?"...
-Nunca te aconteceu, quando fazes amor com o Carlos, tocares nos tomates dele e estarem frios?
-A outra responde:
-Sim, sempre que nós fazemos amor eu percebo que estão frios.
-E tu, quando o fazes com o Rafael?
-Sim, estão sempre frios! Responde a outra.
Nisto, diz a alentejana loira:
-Bom, nunca parei para reparar nesse detalhe mas, esta noite, quando tiver com o Maneli, vou toca-los para ver.
-Está bem, então amanhã contas como foi! Dizem as outras.
No dia seguinte, a alentejana loira aparece toda cheia de hematomas, os olhos roxos e sem alguns dentes.
As amigas ficaram surpreendidas, perguntaram o que lhe aconteceu e a outra responde muito nervosa:
-A culpa é toda vossa!!!
-Mas porquê? Perguntam as amigas.
-Porque quando toquei nos tomates do Maneli disse: -"Ai Maneli, porque é que tu não tens os tomates frios como os do Carlos e os do Rafaeli?"...
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Diário de um infeliz
No outro dia, uma rapariga telefonou-me e disse...
"Queres vir cá a casa? Não está cá ninguém."
Eu fui lá a casa.
Não estava ninguém.
*********************
Tem sido um dia difícil. Levantei-me de manhã ... vesti uma
camisa e saltou um botão.Peguei na minha pasta e a pega partiu-se.
Estou a ficar com medo de ir à casa de banho.
*********************
Posso dizer que os meus pais me odeiam.
Os meus brinquedos do banho eram uma torradeira e um rádio.
*********************
A minha mãe nunca me deu de mamar.
Ela dizia que só gostava de mim como um amigo.
*********************
Quando eu nasci ... o médico foi à sala de espera e disse ao meu pai:
"Tenho muita pena. Fizemos tudo aquilo que podíamos ..
Mas mesmo assim ele conseguiu sair."
*********************
Lembro-me do dia em que fui raptado e em que enviaram um
bocado de um dedo meu ao meu pai... Ele disse que queria mais provas.
*********************
Uma vez, quando me perdi ... Vi um polícia e pedi-lhe ajuda para encontrar os meus pais.
Disse-lhe ... "Acha que alguma vez os vou encontrar?"
Ele disse ... "Não sei miúdo ... há tantos sítios onde eles se podem esconder."
"Queres vir cá a casa? Não está cá ninguém."
Eu fui lá a casa.
Não estava ninguém.
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Tem sido um dia difícil. Levantei-me de manhã ... vesti uma
camisa e saltou um botão.Peguei na minha pasta e a pega partiu-se.
Estou a ficar com medo de ir à casa de banho.
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Posso dizer que os meus pais me odeiam.
Os meus brinquedos do banho eram uma torradeira e um rádio.
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A minha mãe nunca me deu de mamar.
Ela dizia que só gostava de mim como um amigo.
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Quando eu nasci ... o médico foi à sala de espera e disse ao meu pai:
"Tenho muita pena. Fizemos tudo aquilo que podíamos ..
Mas mesmo assim ele conseguiu sair."
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Lembro-me do dia em que fui raptado e em que enviaram um
bocado de um dedo meu ao meu pai... Ele disse que queria mais provas.
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Uma vez, quando me perdi ... Vi um polícia e pedi-lhe ajuda para encontrar os meus pais.
Disse-lhe ... "Acha que alguma vez os vou encontrar?"
Ele disse ... "Não sei miúdo ... há tantos sítios onde eles se podem esconder."
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Levo ou deixo?
Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, viu um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos Bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Doutor, afinal eu levo ou deixo os patos?
Chegando lá, viu um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos Bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Doutor, afinal eu levo ou deixo os patos?
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domingo, 31 de janeiro de 2010
O julgamento da velhinha.
Juiz: Qual sua idade?
Velhinha: Tenho 86 anos.
Juiz: A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado???
Velhinha: Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.
Juiz: Você o conhecia?
Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável...
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa.
Juiz: A senhora o deteve?
Velhinha: Não.
Juiz: Por que não?
Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30 anos.
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou a acariciar meus seios.
Juiz: A senhora o deteve então?
Velhinha: Mas claro que não, doutor...
Juiz: Por que não?
Velhinha: Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim há anos!
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor? Estávamos à sós, e abrindo as pernas suavemente, disse-lhe: Me possua, rapaz!
Juiz: E ele a possuiu?
Velhinha: Não. Ele gritou: 1º de abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll! Foi aí que eu dei um tiro no filho da put.!!
Velhinha: Tenho 86 anos.
Juiz: A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado???
Velhinha: Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.
Juiz: Você o conhecia?
Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável...
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa.
Juiz: A senhora o deteve?
Velhinha: Não.
Juiz: Por que não?
Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30 anos.
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou a acariciar meus seios.
Juiz: A senhora o deteve então?
Velhinha: Mas claro que não, doutor...
Juiz: Por que não?
Velhinha: Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim há anos!
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor? Estávamos à sós, e abrindo as pernas suavemente, disse-lhe: Me possua, rapaz!
Juiz: E ele a possuiu?
Velhinha: Não. Ele gritou: 1º de abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll! Foi aí que eu dei um tiro no filho da put.!!
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